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Universo Artístico - Cantor brasiliense Gutinho em entrevista à nossa redação.

Atualizado: Mar 16

Um dos ícones da interação das tardes de domingo da capital brasiliense agora em carreira solo


Foto: Bruno Carvalho @brunocarvalhobsb


Com 26 anos de idade e cinco anos de carreira, a música está presente na vida de Gutinho (ex-Pegada Diferente) desde sua adolescência. O cantor deu seus primeiros passos musicais no ensino médio em intervalos culturais e rodas de samba entre amigos, onde se descobriu autodidata com alguns instrumentos como violão, e mais tarde com cavaquinho, instrumento que o acompanha até os dias de hoje.


Pegada Diferente

Em 2015, Augusto formou o grupo Pegada Diferente. Em sua primeira formação, reuniu amigos de seu ensino médio e amigos que conheceu em seu período militar na Aeronáutica. O grupo passou por grandes casas de shows em Brasília como Bamboa, Divina Lounge Bar, Capella Bar, A Vila Bar, Essence Lounge Bar, Santa Tereza e Santo Grau, onde manteve projeto semanal por 3 anos, sendo um sucesso na região e fazendo com que novas portas fossem abertas, extrapolando barreiras e estendendo o projeto de levar musicalidade e alegria em alguns shows que foram realizados na cidade de Unaí-MG.


Foto: Fernanda Coutinho @fercoutinho


No “Pegada”, Augusto, que assumia na maioria das vezes o posto de cavaquinista marcou por diversas vezes a participação na abertura de eventos de renome na capital brasiliense como shows do grupo Di Propósito, dentre outras participações, o lançamento do primeiro DVD da banda, dividiu rodas de samba com o grupo Menos é Mais e foi residente em uma das maiores baladas de Brasília aos domingos no Complexo Yurb. Também foi parceiro de palco com grandes artistas de nível nacional como Dilsinho, Mc TH, Mc Fioti, André Ramon (Banda Leva Noiz) e Flavinho “A Carreta” (Pagodart).

Na televisão, junto com o “Pegada” participou de duas edições do programa Estúdio Livre da emissora Rede TV: “ESPECIAL DE ANO NOVO” em 2018 e a edição “JK NA LAJE VERÃO” em 2020.


Por que não cantar?

Nesse meio tempo, o cavaquinista – que sempre gostou de versatilidade musical -foi percebendo a falta de algo a mais, sentindo que tocar já não era mais o suficiente. Daí a ideia: por que não cantar? Augusto foi descobrindo, junto ao fiel público, que o acompanhava, a paixão pelo pagode baiano. Sendo assim, passou a incorporar ao repertório seu bloco de swingueira nos shows, e essa passou a ser a parte mais animada das apresentações.



Em 2020, o artista se despediu do grupo Pegada Diferente, dando um novo passo em sua carreira, agora como vocalista, sendo dirigido por Pedro Moura (diretor e produtor musical), planeja lançar seu single de estreia no verão de 2021, trazendo uma “nova cara” para o segmento musical, fazendo uma mistura de ritmos, criando sua própria identidade.


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Redação, Alison Vasconcelos.


https://instagram.com/alisonvasconcelosoficial/


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