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Fome, dor e miséria - Os maiores 'combustíveis' para conseguir publicidade e autopromoção no país.

Ilusão do pobre. A vida, algo que muitas pessoas não aproveitam para melhorar este mundo tão ilusório, que ricos prometem aos pobres e os pobres acreditam para ter esperança, mas na verdade, nada melhora a não ser o dinheiro do rico e a ilusão do pobre.



Como toda regra há exceções, nem todo aquele que oferta ajuda tem um 'segundo passo' após, como campanhas políticas, ou Ong's que procuram feitos para subir no escalão do setor público ou privado. Há pessoas bem intencionadas no país e no mundo. No entanto, centenas e centenas de pessoas tende a adotar a dor e a miséria principalmente em tempos de pandemia para si promoverem em diversas áreas, e pela demanda em ajuda nos períodos caóticos como os atuais, muitas pessoas de bom coração infelizmente são usadas como massa de manobra sem se quer perceberem.



No mês de março deste ano, o comediante Whindersson Nunes em entrevista, fala sobre período depressivo que passou nos últimos tempos, e fala que ao auge do sucesso e sem saber o que fazer a partir dali com tanto dinheiro, resolveu procurar ajudar pessoas... Então logo procurou lugares onde poderia ajudar com sua condição financeira, porém segundo ele sempre havia um 'algo mais' esperado pelas pessoas que fariam esse intermédio da sua ajuda, que visava as pessoas pobres e outras necessidades que viu na época disse o comediante.


A conclusão nos leva a refletir sobre a confiabilidade das entidades que representam os movimentos humanitários. Pois todas essas questões nos dividem, atrasa, e impossibilita quem realmente precisa de ajuda à recebê-la.


O melhor é cumprir com seu dever de ser humano, cidadão de bem, e procurar aqueles que precisam de ajuda por conta própria! Pois na maioria dos casos são seus amigos, parentes, vizinhos, seguidores, e pessoas que estão trabalhando em condições precárias. O público que está na miséria é fácil de identificar. Não deixe a soberba, preguiça e nem os falsos humanitários te impedirem de ajudar o próximo.


O ideal que este breve artigo traz é a conscientização do senso do dever, pró-atividade e proteção conjunta a nossa capacidade de pensar com próprio intelecto sobre as questões humanitárias, assim podendo ajudar de forma inteligente e participativa para construirmos um lugar melhor para se viver.

1° João 3,16-17 diz; "Aquele que não ajuda seu próximo na necessidade não o ama de verdade".

Redação, Jornal Publicidade


Por Alison Vasconcelos.

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