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Como a China pretende ocupar o vácuo de poder deixado pelos EUA no Afeganistão

A única certeza é que, neste momento, o governo chinês está marcando pontos na chamada "guerra fria 2.0" ao explorar midiaticamente a apressada – e vergonhosa – saída das tropas americanas do Afeganistão como um exemplo de que os Estados Unidos não são confiáveis.


O cortejo entre China e Talibã continua. O porta-voz do grupo fundamentalista, Suhail Shaheen, disse nesta quinta-feira (19) que a China poderia contribuir com o desenvolvimento do Afeganistão no futuro. Do outro lado, o ministro das relações exteriores da China, Wang Yi, disse, no mesmo dia em um telefonema ao seu homólogo britânico Dominic Raab, que a comunidade internacional deveria apoiar a transição para um novo governo em vez de colocar mais pressão sobre o processo.


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