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Assista - Maju Coutinho diz "O choro é livre" aos trabalhadores que sofreram com medidas restritivas

Conforme já noticiado aqui, as nossas celebridades da tevê tem uma certa impaciência com um troço meio pegajoso chamado gente. As celebridades globais, mais famosas e brilhantes, nutrem um pavor ainda maior daquela dona de casa, daquele contador, que as reconhece caminhando no Leblon.

No caso dos jornalistas, acometidos por aquela doença da alma que Ortega Y Gasset descreveu quando nos alertou sobre o perigo dos especialistas, o caso ganha contornos épicos. É um crime discordar deles.

Maju Coutinho, misto de moça do tempo, famosa quem?, jornalista e apresentadora, ao se referir às restrições pesadas anunciadas pelos governadores, disse que o choro é livre.

É tão livre que o vemos se espalhar nas famílias pobres que perderam seu sustento porque um cosplay barroco de Hitley ou Stalin decretou que sua profissão não é “essencial”.