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15 anos da Lei Maria da Penha: o que 6 empresas estão fazendo no combate à violência contra a mulher

Em 1983, a farmacêutica Maria da Penha ficou paraplégica após levar um tiro de espingarda do marido. Embora tenha estampado algumas manchetes dos jornais do Ceará, o violento caso não teve projeção nacional o bastante para que o criminoso fosse punido – ou, ao menos, para que Maria pudesse voltar a viver em segurança. Ainda debilitada e lidando com as sequelas físicas e psicológicas do crime, ela sofreu uma nova tentativa de assassinato ao chegar em casa. Desta vez, o marido tentou eletrocutá-la.


Quando criou coragem para denunciar o agressor, as provas dos crimes não pareciam ser o bastante para a justiça brasileira. Em 1994, ela escreveu um livro sobre as violências que sofria junto de suas três filhas dentro de casa e acionou órgãos internacionais de direitos humanos. A justiça foi feita apenas em 2002, quando o Estado foi condenado por omissão e negligência pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.


Marisa

A varejista conta com um canal de acolhimento exclusivo para colaboradoras, o #MarisaAcolhe. Criada em março de 2019, a ferramenta auxilia mulheres que estejam passando por situações de violência doméstica e familiar a pedir orientação ou ajuda de forma segura e sigilosa. Por meio da iniciativa, elas têm acesso a suporte jurídico, caso optem por denunciar o agressor; acompanhamento psicológic